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N ão existem "conversões" e afins dentro desta Subcultura. As trocas informacionais e sociais de seus integrantes, baseiam-se na qualidade do resultado dos integrantes em gerar conteúdos e compartilhar vivências e experiências sobre os temas vinculados. Como bem dizem no exterior: "Do que adianta ter uma biblioteca de 300 livros, se você nunca leu realmente e curtiu um ou dois deles - ou ainda pior, se você apenas lê tão somente as orelhas deles". A Subcultura Vampyrica organiza-se baseada atualmente em um código de ética e bom-senso chamado Black Veil, composto desde 2005 por cinco itens ou pilares como alguns mais românticos denominam. Basicamente ele orienta sobre a necessidade de segredo e discrição, respeito entre os integrantes da Subcultura Vampyrica, a não participação de menores de idade nas atividades da cena e principalmente que o Sangue é apenas uma metáfora, não se ingere sangue ou qualquer coisa parecida, isto é prática repudiada em todos segmentos Laicos e Pagões da Subcultura Vampyrica. [leia detalhadamente sobre o Black Veil, aqui] Outro ponto que deveria estar claro a essa altura é que Subcultura Vampyrica não tem e tampouco precisa exatamente do que podemos chamar de "textos sagrados" e afins. Também não existe uma espécie de liderança única ou de governo ou de alto sacerdote Vampyrico ou qualquer coisa parecida. Isso não impede de aparecer sempre algum candidato, que é extremamente mal recebido e tem seu filme, socialmente bem queimado. Não temos e tampouco precisamos de uma bíblia ou de alguém que nos diga que só poderemos chegar a algum lugar ou a algum estado "sagrado", apenas e exclusivamente através dele. O mais próximo que temos são textos informativos e livros que abordam sob diversos prismas e que compõem ou pelo menos tentam informar opiniões sobre os diversos aspectos de identidade e dos simbolos componentes da cosmovisão desta Subcultura. Então vem o ponto igualmente negativo. Infelizmente no Brasil estes livros só podem ser obtidos via importadoras. Em nosso País, infelizmente foi publicado muito material duvidoso e baseado apenas na premissa de criar sensacionalismo barato sobre vampiros. Alguns destes livros tentam ir além do mito, para darem veracidade a suas bobagens. E acabam por inventar situações e pessoas ficticias, que no mínimo são caso de polícia ou de sanatório quando o tema é o mito do vampiro no cotidiano.Ou seja não temos nada ainda em português, sobre conteúdo Vampyrico e de Subcultura Vampyrica publicado até novembro de 2007. [o conteúdo deste texto pode ser ampliado e revisado com sua colaboração através do mail:
officinavampyrica@yahoo.com.br ]
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