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BDS&M
Sim, existem Vampyricos e Vampyricas que frequentam a cena "BDS&M" ou sadomasoquista.
Esta é uma escolha pessoal e reservada de quem escolhe aderir e explorar esta outra cena alternativa - conhecer seus códigos de ética, desvendar suas práticas, aprender o respeito por outros integrantes e etcs.Sendo assim, você NÃO precisa ser "BDS&M" para vir a ser um Vampyrico ou Vampyrica e nem mesmo um simpatizante da Subcultura Vampyrica.
A relação integrantes da Subcultura Vampyrica e a cena "BDS&M" foi mais intensa e relacionável ao longo da década de noventa nos ESTADOS UNIDOS e mais precisamente Nova Iorque e Los Angeles - em um circuito de festas mais reservadas (que misturavam integrantes de ambas as cenas), tais eventos já se encontravam em extinção nos tempos do livro "Piercing The Darkness" de Katherine Ramsland.
O uso do visual e de acessórios pertencentes a cena "BDS&M" está presente desde os anos oitenta no Rock, no punk, no goth e também no Vamp.Nem toda pessoa que se utiliza dele, necessariamente é um praticante. Certas bandas, apenas o utilizaram como visual de choque em apresentações variadas.
Na Subcultura Vampyrica que se desenvolve e se organiza no Brasil e em alguns outros países latinos e ibéricos, a participação de seus integrantes, sua vinculação ou influência da cena BDS&M é realmente muito pequena - beirando o inexistente em termos coletivos comprováveis. A Subcultura no Brasil e em Portugal desenvolve-se por outros canais e padrões diferenciados da cena norte-americana.
Vale também ressaltar a expressiva quantidade de integrantes da "Subcultura Vampyrica" nos Estados Unidos, Canadá, França e Alemanha que apenas apreciam o fetiche e sentem-se profundamente magoados e desapontados, com a imprecisão dos documentários, programas de tv e mesmo da mídia interna da cena quando generalizam ou supervalorizam a "Subcultura Vampyrica" apenas sob uma ótica sexualizada, sensacionalista de nightclubs.
O repertório e o imaginário da Subcultura Vampyrica é mais extenso.E nem todo Vampyrico ou Vampyrica baseia seus relacionamentos afetivos em padrões de dominador ou dominado. Seria incoerente com a imagem e mesmo com muitas posturas de liberdade presentes na Subcultura Vampyrica.
[o conteúdo deste texto pode ser ampliado e revisado com sua colaboração através do mail:
officinavampyrica@yahoo.com.br ]

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