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Se escolhermos apresentar o conteúdo imaginado como obra de arte(música, prosa, plásticas e etcs),
não tem problema.A partir do instante que decide-se declarar ou trazer conteúdos
imaginados para cá, resultado de vivências ou jornadas de cunho espiritual ou inspiracioal,é importante ter fundamento, coerência e base histórica e geográfica compatível que Senão, toca aguentar guerreira celta que não sabe falar o próprio idioma.Pessoas que lembraram que viveram outra vida em uma região marítima, que atualmente é uma uma região montanhosa no meio de uma floresta asiática, longe de qualquer oceano e por aí vai.Sem coerência histórica comprovável, não rola, fica apenas no mentalismo. Apêlar conscientemente ou inconscientemente para civilizações com parcos registros históricos é uma mecânica comum nestes casos. Por mais nítido ou inspiradora que a jornada tenha sido - se você não puder apresenta-la propriadamente, é melhor fazê-lo apenas como obra de arte.O que não é nada mal. Quer realmente experimentar "olhar como um imortal" no sentido mais adjetivo possível? Estude história, estude cronologia, estude etimologia, estude história da arte, da música, literatura e etcs - não apenas estude, se envolva e se apaixone por estes conteúdos e tenha sempre sede de ver e saber mais - independente da sua faixa etária.
[o conteúdo deste texto pode ser ampliado e revisado com sua colaboração através do mail: officinavampyrica@yahoo.com.br ]
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