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"Vampyros e Vampiros não são parasitas "

 

Lord A:.

 

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"Parasita(o): que nasce ou cresce em outros corpos organizados, vivos ou mortos; que vive à custa alheia; desnecessário, supérfluo; animal que vive à custa de outro ser organizado, deste tirando tudo o que necessita para a sua própria subsistência. Indivíduo que costuma comer em casa alheia."

[fonte:Dic.Michaellis-UOL | enviado por Madame Russalka Artibeus]

Vampyros/Vampyras não são parasitas: A construção da imagem do vampiro como algum tipo de parasita, dependente e mesmo doente - é uma construção de imagem realizada pelos monoteístas, surgida no século XV e reforçada de forma dogmática do século XVII por pseudos pesquisadores católicos e a posteriore por escritores românticos.

Certamente as obras românticas são peças de arte e questionam valores humanos e tabús, pertencendo ao hall de obras imortais e muito respeitadas como estética e inspiração em nossa cena.Os espiritistas (século XVIII) e os ocultistas (século XIX) vão elaboras suas teorias sobre vampiros baseados nesta imagem romântica e nas elaboradas pelos pseudo pesquisadores - e também usarão o termo de forma anacrônica e genérica.

 
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Em suas utilizações mais antigas, etimológicamente pesquisada, o termo Uppyr (base simbólica do Vampire) era usado para designar integrantes de antigos cultos de fertilidade da terra no norte da rússia, entre os eslavos e no leste europeu.Também era um termo utilizado no sentido de não convertido a nova religião, no caso o catolicismo, não merecedores ou ainda cidadão de segunda categoria (morador dos campos).

O termo passou a ser usado de forma negativa, anacrônica e demonizada pelo cristianismo a partir dos século XV e reforçado no século XVII - assim inventando o personagem que conhecemos hoje nas artes.Porém, é um consenso genérico das pessoas da Subcultura, que encenar tal personagem folclórico só é bacana nas artes, na prósa, no folclore e na multimídia

Mas deixemos esta trajetória do termo para outro futuro texto.

O mais próximo que temos de uma visão histórica e etimológica sobre o termo Uppyr, segundo algumas teses universitárias do final da década de noventa, vai totalmente contra a repetição "dogmática" que temos na internet e nos ditos livros especializados sobre o termo.

Cabe agora perguntar, porque tanta gente se diz vampírica ou mesmo Vampyrica insiste em fazer isso e o que ganha com isso, dizendo-se deficiente de energia e se comportando como um parasita. Ao invés de inventarem tantas téses, cosmogonias e príncipios apenas para se esconderem de sua própria historicidade e realidade de vida.

"Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.Todas as doenças infecciosas e as infestações dos animais e das plantas são causadas por seres considerados, em última análise, parasitas." [fonte internet]





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[o conteúdo deste texto pode ser ampliado e revisado com sua colaboração através do mail: officinavampyrica@yahoo.com.br ]

 

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