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Estes "MORTOS" E estas "PRÁTICAS" de subserviência NÃO POSSUEM RELAÇÃO ALGUMA com o conteúdo de um Vampyrico ou de uma Vampyrica sob nenhuma hipótese e nem da Subcultura Vampyrica em suas duas vertentes (fashionista e neopagã) - este tipo de idéia foi importada para a cena na década de noventa e sempre foi repudiada, dado o aspecto politeísta ou panteista em lidar religiosamente diretamente com os Deuses. Note que a literatura aberta e mesmo velada da Subcultura Vampyrica disponível até junho do ano de 2009 é extremamente rasa e superficial ao abordar a questão de culto aos ancestrais e temas associados.Autores norte-americanos parecem ignorarem deliberadamente o estudo de como quase todas as religiões e ancestralidades étnicas da Terra lidam com este tema delicado e complexo. Infelizmente é com pêsar que concluo que a maior parte dos conteúdos acessíveis de nossa Subcultura relativo a questão de cultos aos ancestrais e ritos finais ainda precisam serem devidamente elaboradas.E não apenas baseadas na apropriação de conteúdos simplórios "newagers" ou apropriação "re-empacotada" de outras linhas neopagãs ativas atualmente. A questão da "morte" é uma questão incômoda para todo ser vivo. A sub-cultura Vampyrica tanto em sua vertente fashionista/láica, como na vertente politeísta/ panteísta - não têm nada a ver com cultos a depressão, não valoriza o suicídio ou o desejo inconsciente de auto-destruição e afins.Também seus integrantes não se envolvem com crimes ou invasões de cemitérios e propriedades.A "morte" existe para lembrar a cada um de nós, da imprevisibilidade e de que o mais importante é viver cada momento com propriedade e pertencimento.
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