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Para Camile Paglia "(...)Como historia, a idéia de matriarcado é espúria, mas como metáfora, tem ressonâncias poéticas. É crucial para a interpretação dos sonhos e da arte, em que a mãe continua dominante. 0 matriarcado paira por trás de obras de arte como a Vênus de Milo, Mona Lisa e a Mãe de Whistler, que a imaginação popular tornou culturalmente arquetipicas.Examinaremos como o romantismo, como parte de seu movimento arcaizante, restaura o poder matriarcal da mãe, notadamente em Goethe, Wordsworth e Swinburne."
Nas lendas e no folclore eslavo (sic XIII & XIV), na re-adaptação dos católicos (XV) e também no romantismo (XVII em diante), era contado em grande quantidade de vezes, que o "vampiro" não se reproduzia naturalmente.Sua única forma de gerar descendentes, era não-natural e dependia da mordida.Olhando de forma mais profunda o negrume da escuridão dos tempos, pode ser que aquilo que foi folclorizado e distorcido com o tempo, encontre uma explicação mais plausível - nestes estranhos e adversos costumes dos tempos em que a participação masculina na fertilização era perdida ou desconhecida.

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