- podemos compreender, vivenciar e resgatar valores e sabedorias que estão demasiadamente em falta na cultura dominante.
Quando usamos o termo elite, não nos referimos a classe social ou situação financeira e sim ao empenho, engajamento e dedicação de nossos integrantes as causas primordiais que mantêm nossa augusta sociedade aberta de integrantes.Não formamos nenhum tipo de culto ou similares - o que fazemos não depende de "crença" ou de algum tipo de "dogma".Temos mais relações e influências com o helenismo, as artes, a cultura e a forma como elas nos influeciam e somatizam em nosso corpo, do que o tal do "conhecimento revelado" de qualquer tipo.
Iniciamos publicamente nossoas atividades em março do ano de 2006 e em outubro do mesmo ano firmamos nossa existência sob a alcunha pública de Officina Vampyrica.Somos uma potência autônoma, independente, pioneira e soberana reconhecida pelas próprias conquistas, tempo de existência initerrupto, influência cultural e trabalho sério em território nacional.No exterior contamos com o reconhecimento de importantes meios-sociais da Subcultura Vampyrica - e principalmente da primeira sociedade vamp norte-americana da história, fundada nos anos de 1970, atualmente conhecida como House Sahjaza.
Em nossa abordagem prezamos a expressão contemplativa e pugilística, no que tange a arena do verbal.Priorizamos a cultura do pudor em relação a cultura da culpa.Valoriza o dionísiaco e a sedução dos sentidos como via de ampliar a espiritualidade das mulheres e homens que vem a integrar seus círculos.Mas vamos com calma neste ponto, isso não significa que pratiquemos grupalmente ou em nossas instalações sociais práticas ou intercursos sexuais de qualquer tipo.Esta parte pertence apenas e exclusivamente a vida privativa das pessoas e não ao seu papel em nosso círculo.
Sempre informamos que também não bebemos sangue humano ou animal, mas saboreamos vinho, hidromel ou absinto em nossos encontros - de forma moderada.E o mais importante, Vampyrismo (e até mesmo vampirismo - uso do termo na arte) não tem relação alguma com parasitismo, vampirismo psiquico, assédio moral, bullying e outras bizarrices associadas ao gênero e as pessoas que vivem este modo de ver e de sentir o mundo nos dias de hoje.
Sobre o processo extático, outro tema que abordamos com regularidade em nossos encontros e que você pode ler mais neste link, não utilizamos e nem recomendamos o uso de substâncias quimicas ou naturais para que este seja alcançado.Sugerimos e incentivamos a prática regular de exercícios conteplativos, meditações dirigidas, toques de tambores e utilização da criatividade e expressão artística entre outras - desta forma obtêm-se um contato mais estruturado, focalizado e mensurável.Além de evitar a criação de problemas judiciais de diversos tipos ou ainda atrair atenção midiática negativa para a Cosmovisão Vampyrica.
Nosso Círculo empunha com orgulho sob o vento noturno seu estandarte de combate verbal e estético ao conformismo, a apatia, ao mecanicismo, stalinismos alternativos e outras formas de vilania que estagnem o imaginativo, o vivencial, a criatividade, a expressividade e a radiância de cada ser vivo.
Somos encontrados por pessoas que tenham uma história de vida que priorizem um justo caminhar entre o noturno e o diurno, que desejem, saibam, ousem, calem - mas que principalmente vão atrás com sua própria habilidade daquilo que lhes entrega vitalidade, pertencimento, plenitude, sentido, autonomia e poder pessoal...estas são as caçadas dos Vampyros modernos...Reconhecer, caçar, saciar e aplacar a sede da alma (enquanto metáfora da história de vida), do gênio emocional e do corpo é uma Arte...
Por questões de respeito as leis do país onde vivemos, nossos integrantes, homens e mulheres (em geral, podemos dizer que elas são a maioria de nosso meio), tanto dos circulos abertos, como do círculo internos devem ter atingido a maioridade legal (18 anos ou mais - embora a média de idade de nossos integrantes variem entre os 25 aos 57 anos), devem ter elaborado uma vida profissional independente e satisfatória;E como em qualquer outro lugar devem vir a desenvolverem habilidade, vinculação, conduta e apreciarem os conteúdos que vivenciamos e abordamos em nosso meio - tanto no cotidiano quanto em nossos cerimoniais. |