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Ao longo deste primeiro capitulo, abordamos questões iniciais e básicas que são ideais para quem está travando contato com nossos conteúdos pela primeira vez ou que está se familiarizado com a temática presente na Cosmovisão Vampyrica.São elementos e argumentos que consistem naquilo que todos deveria saber ou pelo menos ter elaborado como parâmetros iniciais para explorar a vastidão deste jardim pagão...
Encorajamos a leitura do primeiro texto "Uma conversa inicial para quem visita este site pela primeira vez" como seu ponto de partida ideal; |
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Onde versamos sobre significado e origem do termo Strigoi, no passado distante por volta do século X e sua reapropriação ao longo da Subcultura Vampyrica a partir dos anos de 1970. Também abordaremos a generalização do uso do termo vampiro a partir dos vampirólogos dos tempos de Leo Allatius, suas utilizações políticas;também exploraremos a utilização da palavra Uppyr no século X ao norte da Rússia e sua trajetória no francês, no inglês e afins... Ao final retomaremos tópicos sobre Cosmovisão Vampyrica e o grau de vinculação que cada um pode escolher neste meio... |
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Neste terceiro capitulo iniciamos uma jornada sobre o amplo e vasto repertório cultural relacionado a Cosmovisão Vampyrica.Primeiramente falaremos sobre "Cosmogonia" que diz respeito as orígens e a clássica pergunta "de onde viemos" que em geral modela a vida das pessoas e muito de sua conduta em sociedade; também confrontaremos temas como subcultura, cosmovisão, modo-de-viver, religião; além destes embates também estudaremos a "forma" como o caminho para o sagrado (no sentido de não-ordinário) |
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No interior da fornalha a indestrutível força da vida inicia sua trajetória de forma velada e misteriosa; uma palavra que antecede e irrompe no silêncio...Ao longo deste capitulo estudaremos a questão do arquétipo da vida indestrutível que se propaga na carne de cada um e ao longo do ecossistema;além disso também veremos que RITO SEM MITO É JOGUETE E DISTRAÇÃO, MITO SEM RITO É FOLCLORE OU PAPO-FURADO - SAGRADO SEM MITO E SEM RITO É SINAL DE SUBJETIVIDADE VERTIGINOSA e ainda O ATO DO "RECONHECER" E DO "AUTO-RECONHECER" COMO A CHAVE DE ACESSO PARA AS TRILHAS NOTURNAS - DA ANTIGUIDADE AOS DIAS DE HOJE.
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Adentramos o apotropáico labirinto da vida, através de suas encruzilhadas experimentamos nosso sensorial e aquilo que nos movimenta através de escolhas imutáveis em sua mutabilidade... No transcorrer desta capitulo abordaremos sobre a interação vampyrica e o meio social, sexo e vampyrismo, sobre o fato de vamps não constituírem grupo de anti-religião, sobre nosso caminho desviante, sobre a coexistência dos opostos, ausência de culto a qualquer tipo de mal-mítico, sobre o "não há perdão" mas também não há "culpas" e sobre caçar a vida...ou ainda A atrair para sí... |
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É meia-noite, e um baile de máscaras se inicia no amplo salão do palacete...Ao som das cordas e instrumentos de sopro elas bailam com longos vestidos...lá fora tambores, flautas e fogueiras e o luar...Noturna arquitetura...tudo em seu lugar...neste capitulo você irá apreciar textos, ensaios e impressões sobre força de atração; trabalho, dinheiro, bens e propriedades, prosperidade & Vampyrismo;a escuridão noturna;vir-a-ser a própria deusa ou deus;autodivinização e encerramos o capitulo abordando sobre a escatologia na Cosmovisão Vampyrica. |
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Gravidade e Atração... mantêm planetas e estrelas em suas órbitas.No entanto, representamos o que acontece nos céus e na terra como forma denos apropriarmos e participarmos de seus imortais e perenes cíclos...Neste capitulo abordamos a "forma" e a "arte" como a expressão e a busca por uma realidade "não-ordinária".Versaremos sobre o feral, o barbárico e o tribal em suas reapropriações nas artes e no fashionismo e seus enlaces profundos com a Cosmovisão Vampyrica e a busca pelo equilibrio entre forma e conteúdo... |
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Com o repertótio devidamente apresentado e localizado, chega o momento de alinhavar seus conteúdos, realizando uma hábil tecelagem que possa desvelar sentidos e pertencimentos sobre todo este conteúdo, tanto no que diz respeito a Cosmovisão Vampyrica quanto ao elementos de outras áreas de conhecimento aqui relacionados...Neste oitavo cápitulo abordaremos os paradigmas e tópicos fundamentais para estrutruração de uma cosmovisão vampyrica;mitos e ritos quando encarnados;sobre como vivenciamos e interpretamos a "realidade não-ordinária" e os chamados "atos mágickos" ou vampyricos;Sugerimos a leitura dos capitulos anteriores para uma melhor compreensão. |
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Ao longo desta narrativa multifacetada falamos de história, de arte, de cinestesia, do sensorial, de inspirações, da ethos e especificidades de nosso meio-social e de principios e experimentações na forma como vemos, sentimos, interpretamos e atuamos no ecossistema circundante...Deixamos para este último capítulo do "Fundamentos" textos que versam sobre perspectivas holísticas dos nossos corpos; sobre a Roda-do-Ano, as vezes chamada de Espiral-do-Ano ou mais formalmente os Nove-Strighezzos e suas características conforme trabalhadas em nosso círculo e no hemisfério sul...Ainda lançamos o gancho para um novo tópico relacionado as histórias astronômicas e astrologicas sobre constelações e também das estrelas-fixas locais.
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