Existe a Subcultura Vampyrica de forma livre e independente: É uma subcultura urbana que teve seus primeiros passos no começo dos anos de 1970 nos EUA & na Europa estruturando sua identidade de forma visível e efetiva na década de noventa, ela existe de forma alternativa à cultura dominante e mapeada por uma estética vampírica e Vampyrica. Desde 1998 seus costumes se orientam através do código de ética e bom senso chamado de Black Veil - desde 2005 composto por 5 itens fundamentais. Em 2012 nosso meio-social celebra cerca de 42 anos de existência na América do Norte e Europa.Enquanto que a América Central e do Sul, assim como a Espanha e Portugal - e alguns países asiáticos se aproximam do límiar de sua primeira década de cena. Há alguns anos mantemos um trabalho de pesquisa e de resgate cultural denominado Cronologia Vamp - que pode ser muito útil.
Você pode ser um Vampyro ou Vampyra no seu cotidiano, viver seu arquétipo, seus costumes e a efervescência cultural deste contexto como um "Vamp" ou como um Black Swam (Simpatizante). O grau de pertencimento, de vinculação, de sentido e do êxtase que você encontrar em nosso meio-social ou em nossa ethos pertencem exclusivamente a você - assim como o respeito e a responsabilidade em todas as relações que vier a estabelecer por aqui.Se este é um de seus primeiros contatos com este conteúdo, sugerimos a leitura da seção "Primeira Visita / Perguntas Frequentes /F.A.Q Vamp" e na sequência você também pode ler a seção "Multimídias e Textos Recomendados" e certamente comparecer aos eventos da "Agenda Vampyrica".
Desde os anos de 1970 a Subcultura Vampyrica vêm se estabelecendo en duas vertentes fundamentais: "A Fashionista & da Produção Cultural" e a da "Cosmovisão Vampyrica".Em
nosso site "Vampyrismo.org" apresentamos e delineamos aspectos basáis de ambas as vertentes em todo o seu esplendor e magnitude. Desde o ano de 2006 nosso site foi o introdutor e pioneiro de um amplo circuíto de produção de festas, eventos, exposições, conferências, cursos, palestras, celebrações de rítos e vivências e aindaum programa de radio chamado Vox Vampyrica (iniciado como podcast em 2007 e semanal a partir de 2010) para ambas as vertentes que integram a "Subcultura Vamp".Nada mal para uma cena que começou a se organizar em finais de 2003 com textos informativos e pequenos encontros promovidos pelo criador deste site que usa o nome noturno de "Lord A:." - toda a programação mensal de eventos pode ser encontrada no blog "Agenda Vampyrica".
Sendo assim temos na Subcultura Vampyrica uma vertente Fashionista: Numéricamente superior que vem a reunir pessoas de toda a ampla e irrestrita diversidade humana.Temos aqui apreciadores do folclore, da ampla produção cultural de filmes, música, cinema, seriados, games, livros, folclore, multimídia, moda e muitos outros meios que simpatizam com quase tudo aquilo que se relaciona ao vampírico e o Vampyrico com graus variados de vinculação e pertencimento...Temos absoluta certeza que as publicações internéticas "Le Flaneur Vampirique", "Fashionismo Vamp" , "Folclore,Mitos & Ritos dos Vampiros" e muitos conteúdos presentes no portal "REDE VAMP" e diversas edições do programa de webradio Vox Vampyrica serão capazes de apresentarem esta vertente com amplitude e qualidade.
Externamente a "Subcultura Vamp" - e a vertente fashionista - existe um programa de webtv chamado "Universo Fantástico" apresentado pela personagem Liz Vamp (uma criação da atriz, cineasta e escritora Liz Marins) que não é um programa específicamente de temática "vampyrica" mas que recomendamos para quem aprecia a produção cultural e as artes fantásticas - assista aqui. Outro evento que aderimos e que reúne "Vamps" e simpatizantes de todos os tipos e que oferecemos apoio e suporte irrestrito é o "Dia dos Vampiros" - data oficial da cidade de São Paulo - uma campanha que incentiva a doação de sangue em hospitais públicos, combate ao preconceito de todos os tipos e incentivo as artes em geral - enfim, integrantes ou simpatizantes de qualquer uma das vertentes, são pessoas responsáveis e compromissadas com a esfera social e o meio-ambiente de onde vivem.
Dentro da Subcultura Vampyrica, alguns ESCOLHEM a vertente
denominada Cosmovisão Vampyrica: De forma diferente a de outras subculturas urbanas, existe também na Subcultura Vampyrica um lado associado a uma Cosmovisão Vampyrica - uma forma de ver, sentir, relacionar-se com o ecossistema e seus integrantes e componentes "bio-psico-sociais-espirituais" em termos mais orgânicos e dionisíacos.De acordo com seus integrantes "uma perene e sinuósa trilha noturna pagã e subjetiva que permite o acesso a ampla e irrestrita dimensão da vivência humana - ou realidade não-ordinária - através da arte, da espiritualidade e de sabedorias e práticas específicas - de êxtase e potência, caçando com habilidade aquilo que lhe desperta suas Totalidades!"
O ethos desta vertente pode ser associado com tópicos presentes tanto no Panteísmo quanto no Politeísmo - e para amplas finalidades situacionais, convergentes com o chamado neopaganismo.
Aos que escolhem esta via mítica ou de Cosmovisão Vampyrica, espera-se que tenham conhecimentos fundamentados naquilo que realizam, práticas regulares e respeito pelos cinco ítens fundamentais do código de ética e bom senso internacional que existe desde 1996 chamado "The Black Veil".
Para aqueles que se interessam pela temática, o grupo de práticas e estudos denominado Círculo Strigoi/Officina VAMPYRICA oferece orientação, aprendizado e treinamento desde 2006 - de forma autônoma e soberana.
Nenhum Vampyro ou Vampyra precisa obrigatóriamente realizar práticas da Cosmovisão Vampyrica, para integrar a Subcultura Vampyrica. Você não precisa saber ou praticar a chamada Cosmovisão Vampyrica, "Magia Strigoi ou adjetivamente chamada de Magia Vampyrica" para ser um integrante ou simpatizante desta Subcultura.E acrescentamos também que esta vertente não consiste em nenhum tipo de anti-religião, oposição a qualquer outra religião de qualquer gênero. Recomendamos a leitura do site do Círculo Strigoi, para uma compreensão mais abrangente.
QUE FIQUE CLARO AOS VISITANTES DESTE SITE QUE SUBCULTURA VAMPYRICA: NÃO é nenhum tipo de seita, ordem, sociedade secreta, irmandade, movimento elitista, "muleta de ego alheio", etnia, partido político, raça, jogo de representação ou equivalentes. Que fique claro também que suas práticas sociais ou míticas, acontecem dentro de limites de realidade e corerência. NÃO se acredita na existência objetiva do estereótipo lendário ou cinematográfico do vampiro e nem mesmo na aquisição de poderes sobre-humanos, dado o fato de se apresentar como um Vampyro ou Vampyra.
Aqueles que mantêm práticas de cunho mítico/cosmovisão relacionam-se a elementos do neopaganismo e as realizam de forma velada, apenas disponível às pessoas que procuram tais "artes" formalmente em espaços reservados e nunca de acesso público - resumindo: NÃO se realiza práticas ou ritos em festinhas, praças ou lugares públicos, eventos ou aos olhos do público em geral. Tais práticas são pessoais, reservadas e o bom senso de seus praticantes em respeitar sua própria natureza e os fundamentos desta prática imperam aqui também.
Os integrantes da Subcultura Vampyrica são pessoas reais, maiores de idade e que podem optar revelar sua vinculação com esta Subcultura Vampyrica ou não. Vai de cada um. Algumas pessoas se envolvem devido o apelo estético, visual, musical e etc... Outras pessoas se envolvem também por aspectos místicos, ambos os casos, independente do grau de vinculação escolhido são e devem ser respeitados.
Independente da forma de abordagem escolhida, integrar uma subcultura traz liberdade de escolha unida a Significação e Sentido - isso gera sentir-se vínculado afetivamente a um meio no qual enxergamos significado. Escolher é poder. Escolher o que tem significado para a gente é liberdade.
Informamos também que Subcultura Vampyrica NÃO SE ENVOLVE OU É DESTINADA A PESSOAS QUE INFRIJAM AS LEIS CONSTITUCIONAIS DO PAÍS ONDE VIVEM; NÃO se pratica atos sexuais em seus encontros de cunho místico; NÃO se consome sangue ou fluídos corporais humanos ou animais, sob nenhuma hipótese; NÃO se invade cemitérios a noite e propriedades públicas ou particulares; NÃO se pratica atos de preconceito, discriminação, intolerância contra escolha sexual, escolha religiosa, escolha profissional e etnia de nenhuma pessoa; NÃO se pratica nenhuma forma de auto-mutilação, intimidação ou coação. NÃO se realiza práticas de caráter parasítico sob nenhuma circunstância; NÃO se cultua a morte ou a depressão; NÃO se pratica sacrificios humanos ou animais e de nenhuma natureza; E o mais importante, a Subcultura Vampyrica NÃO se relaciona com o que é chamado de magia negra ou movimentos de cunhos satânicos. E por motivos éticos NÃO se permite a participação ou vinculação de menores de 18 anos na Subcultura Vampyrica.
E no geral respeitamos a edição de 2005 do código de ética e bom senso intitulado "The Black Veil". Com esses pontos iniciais claros, podemos começar...