|
Não vou negar a genialidade de pessoas como Kafka, Coleridge, Ian Curtis, Jim Morrisson, Bukowsky e tantos outros artistas que transformaram em arte imortal sua "fome-de-alma" e que acabaram morrendo em seus excessos.Bom, conhecer a própria distância e saber administra-la é uma arte a ser desenvolvida por cada um de nós.
Famintos, sobrevivem comprovadamente a longos perídos de privação. Podem planejar escaparem desta condição patológica, mas o preço da fuga pode ser alto demais - seja na líbido, na crença de um sopro vital interior. Famintos e Famintas podem e sentem-se despreparados emocionalmente, espiritualmente, financeiramente ou ainda pela própria formação profissional.Seja lá como for, longas temporadas de privação nos levam a "racionalizar" que os excessos são desejáveis...é certo que é um prazer inominável, poder apreciar uma sensação, qualquer que ela seja...
Recém-liberados da "fome" colocam em risco sua própria sobrevivência, só querem gozar a vida e perdem a perspectiva financeira, física, emocional e racional - todas nescessárias para a sobrevivência plena - e para a justa medida do desenvolvimento auto-sustentável e manutençã da própria independência pessoal. Como falham neste aspecto, invariavelmente apenas trocam de algozes...
[o conteúdo deste texto pode ser ampliado e revisado com sua colaboração através do mail:
officinavampyrica@yahoo.com.br ]

Através do Espelho Negro by Lord A:. is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Based on a work at www.vampyrismo.org.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://www.vampyrismo.org/index-espelhonegro.html.


|
|
|
|